2º dia em Lyon – Parc Tête D’Or

Quando eu  conheci Tommy, aqui no Hostel, ele na verdade foi bem rude comigo. Tanto que a argentina que estava conversando conosco disse que ele não precisava ter feito isso. Tudo isso porque eu perguntei quantas línguas o pessoal na sala falava, todos falaram, e  depois eu disse que podia falar três (português, inglês e francês – intermediário) e compreender o espanhol. Ele achou que eu estava insultando ele, sei lá. Bizarro. Depois desse fato ele ficou conversando duas horas com a namorada dele no telefone.

No dia 18 de janeiro, a menina argentina disse a ele que ele foi grosso comigo, e ele pediu desculpas e respondeu que não se lembrava de ter dito isso. Eu disse que estava tudo bem e fomos todos ao Parc Tête D’Or, caminhando (uns 3 km).

Passamos primeiro por um grande túnel que fizeram, novo, abaixo de Fouvière. Nesse túnel é possível ver vários hologramas bem surreais e uma música altamente psicodélica. Até Tommy disse que uma galera fumou muita maconha para fazer aqueles desenhos holográficos.

Nesse meio tempo, deixei cair a luva que a minha amiga Camilla me emprestou. Quando percebi, já tinha atravessado a rua. Nisso, saí voltando o caminho por onde tinha passado e vi um menino que andava no skate com seu amigo, rindo muito com a LUVA DA MINHA AMIGA na mão dele. Aí eu gritei: HEY HEY! MY GLOVES! – pardon, não sabia como eram luvas em francês, agora sei que é “gants” – ESCUSEZ-MOI, C’EST SONT MES “GLOVES” *Franglês do caramba, então!* Ainda por cima, fiz várias mímicas em menos de cinco segundos ao mesmo tempo em que eu falava isso. Acho que o menino do skate entendeu né?? Aí ele finalmente atravessou a rua e me devolveu – Thank you, merci! – ele ficou rindo da minha cara franglesa e foi embora.

Andamos bastante até o Parc Tête D’Or (meu irmão, parecia que nunca ia chegar)

Parc Tête D’or – imagem: http://lyon-france.com

…mas quando chegamos lá, valeu MUITO A PENA. Gente, é tipo o Parque Treze de Maio de Recife, só que não.

É porque lá é um parque bem grande, cheio de árvores, as pessoas podem também se exercitar, levar seus cachorros e seus filhos para passear (a maioria em carrinho, mesmo quando eles são já grandes) e andar de patinete (gente, a galera anda muito de patinete aqui)

Além de tudo, eles têm um ZOOLÓGICO dentro do parque! Que tem até LEÃO, EM LYON

Trocadalho do carilho, hã?

Sem falar dos bebês e crianças todas lindamente empacotadas por causa do frio, côsa mai linda, xessuis

                                                Muito foooofix gentee

Depois do passeio, fomos comer sushi – um tanto caro, mas resolvi experimentar uma vez só pra saber como são esses restaurantes em que a gente pega os pratinhos numa esteira que passa e depois paga pela consumação. Gostei muito, mas o preço me deixa meio sem vontade de voltar lá hehehe.

Nesse tempo, Tomas disse que tinha esquecido a carteira em casa e pediu para eu pagar a parte dele que quando voltássemos ao hostel ele me pagaria. Assim, dei a minha parte e à dele e menina argentina e a menina argentina pagou tudo no cartão de crédito.

Depois de tudo, eu ainda não conhecia a cidade, não sabia como andar nela e tava com medo de me perder. A menina argentina, muito gente boa, iria ao Centro Histórico de Resistência em Lyon. Como ela iria à Paris de lá, resolvi voltar com Tommy ao albergue, com medo de me perder e não saber voltar depois.

Na volta, ele contou toda aquela história que eu contei aqui no blog nesse post!

Essa foi a história que aconteceu no dia 18/01/2015 ;D

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